segunda-feira, 11 de julho de 2016

GET YOUR KICKS ON ROAD 66

A viagem pela Historic Highway 66 não foi a viagem dos sonhos, porque nem em sonhos, pensei em fazer uma viagem como esta. Atravessar os EUA de Leste a Oeste, ou o contrário - como fizemos, é enriquecedor. Se feito em família, mais ainda. O extenso trajeto propicia a convivência, conversas e histórias q passam despercebidos no cotidiano.
No percurso, vai-se desbravando paisagens, marcos históricos e culturas completamente diferentes - sotaques, roupas, comidas etc.

Iniciamos o percurso no extremo Sul do Sul americano, em Cabo Canaveral Flórida. Saímos numa manhã ensolarada, mas fria, rumo ao duro inverno americano.


👉 Cabo Cabaveral (FL) - St. Augustine (Fl)


Em Cabo Canaveral, uma parada no Kennedy Space Center (NASA) é obrigatória. Nossa trupe ainda teve a sorte de encontrar por lá, o astronauta brasileiro Marcos Pontes, em uma emocionante palestra. "Aprendi com minha mãe q são necessárias quatro coisas para se conquistar vitórias: sonhar, trabalhar, perseverar e ter fé", MP.

A proposta do KSC é que você tenha uma experiência no espaço, com réplicas de foguetes, cápsulas espaciais e a exposição da nave original Atlantis. Tem tbem uma simulação de decolagem de ônibus espacial e outras atrações para crianças e adultos, como filmes em 3D, jogos etc.

Dali, seguimos para a cidade mais antiga dos Estados Unidos Continental, tendo sido fundada pelo espanhol Menendez, em 1565. Em St. AUGUSTINE descobrimos a rede hoteleira Best Western, q nos garantiu boas estadas com bons preços (99 dólares a diária em média).

St. Augustine é uma cidade encantadora e turística, o que quer dizer q são inúmeros os passeios, restaurantes e apelos de entretenimento. O Castillo de San Marcos, excursões a patrimônios históricos e até excursões em casas mal assombradas (cadeia) são alguns deles.

$$$$ Outlett Premiun St AUGUSTINE. 


👉Everglade

Ainda no Sul da Flórida, o Parque Nacional de Everglades oferece um safári de aerobarco (aqueles de hélice fora d'Água). Por quase uma hora vc adentra o pântano e tem a chance de dar de cara com alligators de tamanhos variados. Não vimos muitos, mas os q vimos valeu o passeio q custou 25 dólares.
Depois do Safari, os visitantes são convidados a assistir um pequeno show com um tratador de alligators e pegar um filhote do animal nas mãos. As crianças adoram.

👉 Nashville (Tn)


Pernoitamos num Best Western de beira de estrada, mediano, q oferecia café da manhã e uma eficiente rede Wi-Fi (parece bobagem mas em alguns hotéis, ficar sem net à noite, qdo mantém-se contato com o mundo externo, é bastante desagradável. Em Nashville revi pela primeira vez nos EUA uma das lanchonetes q mais frequentei nos anos 80 em São Paulo e q encerrou suas atividades no Brasil definitivamente nos 90 - a Jack in The Box. Um feliz reencontro com o passado.


👉 Indianápolis (In)


Entre Nashville e Chicago, uma parada importante para quem gosta de automobilismo: Indianápolis, onde vc pode fazer uma visita guiada ao autódromo, q por sua vez disponibiliza passeios pela pista e setores internos do circuito. Calcule bem o horário para não pegar o serviço fechado. Chegamos 15 minutos depois do encerramento do expediente e não pudemos conhecer o autódromo por dentro. O dia foi salvo pela loja de suvenirs localizada em frente ao acesso principal da pista  - a Officially Licensed Racing. O proprietário, um senhor de 77 anos, tem boas histórias para contar do tempo em q era mecânico de uma das primeiras equipes de Fórmula Indi. Fotos e alguns documentos dessa época ilustram o local.


👉 Chicago (Il)


Chicago merece uma parada mais longa. É uma linda e grande cidade, daquelas q da vontade de morar. Achamos um Best Western bem charmoso, o BW Plus, num bairro tranquilo e de arquitetura muito peculiar. A noite visitamos o Navy Pier - antiga base da marinha americana, transformada num pool de restaurantes, bares e lojas.

Vale a pena também visitar o Premium Outlet, q repete as marcas e preços dos demais malls, com a diferença de não ter muito movimento.

👉 Pontiac (Il)


Cidade pequena, muito fria no inverno (neve e - 13), mas com boa rede hoteleira, e comércio farto (farmácias, supermercados, restaurantes, etc).

Apenas pernoitamos.

👉 Saint Louis


Saint Louis também entra no rol das cidades potencialmente escolhidas para passar o resto da vida. Escolhemos talvez o mais interessante hotel da cidade para ficar. Isto porque o Union Station by Shareton está instalado na antiga estação de trem da cidade. Uma arquitetura singular com murais, afrescos, vitrais e pisos maravilhosos, sem contar com salões suntuosos q abriga a recepção e os restaurantes do hotel. Ainda no páteo do hotel, está um shopping, o Hard Rock Café, um lago (q estava congelado) e um restaurante de frutos do mar.

No Natal, ainda hj, sai dali o Expresso Polar, que faz alusão à história de Santa Clauss e visita cinco pequenas cidades da região, todas cobertas por neve no fim do ano. O passeio tem a duração de uma noite é um dia no trem.

👉 Oklahoma City


De todo o percurso, Oklahoma foi a cidade q menos gostei. Estranha, sem graça e feia, a cidade não foi capaz de vencer nosso cansaço. Escolhemos o Holliwoody Inn, q também nos roubou a alegria: quarto fedido, velho e sem Wi-Fi.



👉 Clinton


Pela rota 66, dê uma paradinha em Clinton, a xxxx km de Oklahoma City. A cidade abriga o melhor e mais completo museu da Route 66, vale a pena.


👉 Shammrock


Entre Oklahoma City e Amarillo, um pequeno vilarejo se destaca pela quantidade de postos, oficinas, placas de sinalização comercial e carros abandonados. A cidade toda aliás, parece meio abandonada, mas percebe-se algumas casas que ainda resistem à desocupação total.


👉Amarillo


Pernoitamos em Amarillo, no Texas, onde tem farta rede hoteleira e alguns restaurantes típicos, q oferecem o famoso e enOOOOrne T-bone texano (2kg de carne) e pratos calientes.

Uma dica é jantar ou almoçar no Big Texan Steak Ranch - restaurante q representa muito bem a cultura texana (além da comida, música e trajes), mas q pode chocar ativistas ambientalistas pela exposição grotesca de troféus de caça (ursos, antílopes, búfalos e todo tipo de animais silvestres). Confesso que estar ali mexeu comigo.

👉 Energia aeólica


Em alguns percursos da viagem, como na chegada à Amarillo (Tx) por exemplo, uma cadeia de luzes vermelhas piscantes chama a atenção. Achamos primeiramente q poderia ser sinalizadores de aviões em aeroportos, mas chegando mais perto vimos q são torres de energia aeólica. São infinitas torres e infinitas luzes.

Muito bonito de se ver.

👉 Por do sol


O por do sol foi para mim um espetáculo à parte nas retas da Velha estrada. Em degradê, o sol se despedia sempre num abraço longo e demorado por todo o Horizonte.


👉 Cadillac Runch


Uma das fotos mais famosas do mundo, como a dos Beatles na faixa de pedestres em NY ou da placa de Hollywood em LA, os dez Cadillacs enfiados no deserto texano são marco de paragem obrigatória pra quem faz a Route 66. Uma dica boa, é levar tubos de tinta spray - ou comprar numa lojinha perto dali, para deixar sua marca nos carros.

Ótima experiência!

👉 Adrian (Tx)


Não deixe de parar no vilarejo de Adrian, onde um posto antigo e abandonado anuncia a metade do caminho (1139 para Sta Monica e 1139 para Chicago).


Não deixe também de sair de Amarillo com o tanque cheio. Pelo caminho, são escassas as possibilidades de reabastecimento.



👉 New Mexico


Na entrada ao estado do Novo Mexico uma surpresa: como um oásis no meio do deserto, em um dos gas stations anunciados pelo caminho - o Russel,s - um museu com entrada franca, expõe carros antigos, miniaturas, réplicas, e artigos relacionados a personalidades como Elvis, James Jean, Marilyn e John Wayne. Além disso, a lanchonete do lugar é típica dos anos 60 e oferece um cardápio repleto de alternativas texanas.


No Novo Mexico vc se perde na paisagem repetitiva do deserto q se abre cada vez mais. Também a estrada fica um tanto monótona, retas intermináveis, sem casas ou postos de gasolina. Um detalhe importante são as rajadas de vento pelos corredores de asfalto, q provocam grande turbulência no carro.


👉 Tucuncari - NM

172 km de Amarillo - TX

Uma das muitas Radiators Springs (do filme Carros), q se encontra pela Route 66. Minha Radiator preferida.



👉 Pior trecho


De Amarillo a Santa Fé no Novo Mexico a viagem fica monótona e cansativa. Isso por causa da estrada continua, do movimento de caminhões, e do percurso escuro da estrada secundaria q liga a I40 W (rumo a Albuquerque), a Santa Fé (+- 1 hora ou 83 km).


👉 Presença indígena


A partir de Amarillo percebe-se a força da herança indígena americana. Índios de cherokee, o carro, estacionam seus traços marcantes nos mc'donalds e subways espalhados por todo o Oeste.


Santa Fé - Gallupe - Holbrook

(- 1 pancadas de neve)

👉 Arizona


No Arizona o deserto se agiganta.



👉 Acoma Sky City


Se vc não estiver apertado de tempo, entre Albuquerque e Gallupe, fuja para Sky City - uma cidade antiga, ainda habitada por índios chaienes. A paisagem é fabulosa. Formações rochosas incríveis de aspecto avermelhado e muito altas. No local, há um centro cultural q recebe visitantes aos finais de semana.



👉 Transporte ferroviário


Muito frequentemente - muito mesmo (vários por dia), a paisagem no entorno de todo trajeto é cortada por gigantescos trens de carga. De Chicago a Los Angeles vimos centenas de composições com mais de 2 km de extensão cada uma e comboios de cargas e contêineres de variadas empresas. Um jeito inteligente de direcionar a produção de um país, cujas estradas possuem infinitamente menos caminhões q no Brasil e são bastante conservadas e seguras.


👉 Holbrook

O grande destaque desta cidadezinha do velho Oeste americana é sua rede hoteleira q recebe os viajantes da Route 66 de braços abertos. Escolhemos o Motel Wingmann (??), q simula uma tribo indígena e disponibiza ocas como quarto para seus hóspedes. Em frente à cada oca, um carro antigo estacionado, conquista ainda mais o desbravador da velha estrada. O Motel é muito simples e barato, muito mesmo (55 dólares o quarto para 4 + taxas).


👉 Flagstaff - cidade linda no Arizona, primeira porta de acesso para o Parque Nacional do Grand Canyon, q fica a 130 km dali (mais ou menos). Histórica, possui boa rede hoteleira e boa infra-estrutura. No inverno, o frio é cortante. Pegamos - 13, com sensação térmica de - 20 graus C.



👉 Grand Canyon


Se vc está na Route 66 e deseja desviar para conhecer o Grand Canyon, trace como rota as cidades de Flagstaff ou Willians, muito charmosas e boas para pernoite e para um lanche quente, caso vc visite o parque no inverno, como nossa trupe.


O Grand Canyon pessoalmente é mais do q tudo o q já vimos nos registros fotográficos ou de vídeos. Incrível obra da natureza! Fizemos o percurso de carro até o Parque e a pé até aos mirantes da borda Sul - bem pertinho. Interessante q vc não vê nenhum vestígio de desfiladeiro ou penhasco até q chegue aos mirantes. Em todo o percurso a gente se pergunta: - mas cadê as montanhas rochosas?

A surpresa chega rápido e deixa a todos sem ar. Uau!!!!!

👉 Seligman


À caminho de Las Vegas, outra cidade imperdível. Seligman ostenta já na placa de boas vindas, sua indiscutível trajetória histórica: fundada em 1886. Reserve uma manhã ou tarde para se divertir fotografando carros antigos, motos, lanchonetes, postos, viaturas de policia, e todo o elenco do filme Carros, caraterizados. Um show!


👉 Las Vegas


Las Vegas é uma moça bonita e sedutora (principalmente sedutora). Mas, não se iluda, ela só quer seu dinheiro.


Vegas é tudo o q vc imagina e muito mais. Em cada hotel, cada prédio da principal avenida da cidade, existe um mundo. Um mundo de cores, magia e fantasia. Vegas é uma cidade inventada, nada parece real.


A oferta de consumo é a maior que já vi na vida. Mais do que Orlando ou Miami. Porém se vc como eu, não se seduz facilmente, vai conseguir sobreviver na cidade gastando muito pouco ou quase nada. Isso porque o ingresso aos hotéis- cassinos é gratuito e neles vc tem acesso às fantásticas réplicas de cidades como Nova York, Egito, Veneza e Paris; e também a espetáculos como da fonte do Hotel Belagio por exemplo. Os estacionamentos e vallets são gratuitos e a comida pode ser feitas nos baratos fast-foods americanos.

A ideia da cidade, como disse antes, é te atrair e facilitar ao máximo sua vida, para q desfrute e gaste muito nos cassinos, shows e entretenimentos dos mais variados tipos.
Como plus, se vc é fã do programa Trato Feito do History Channel, vale uma visita na loja onde o reallity é gravado. Só não crie expectativas de que vá encontrar o quarteto fantástico: Rick, Chunlee, velho e Big Ross. A loja fica aberta 24 horas, mas as estrelas do programa só aparecem por lá em dias de gravação.

Agora, se vc estiver com a "burra" cheia, vai se divertir muito mais. Poderá ter a chance de assistir shows fabulosos como Élton John, Celine Dion, J. Lo e Circ Du Soleil, dentre outros.


👉 Calico


Não sei se consigo ser criativa pra falar de mais uma dentre tantas cidades do velho oeste ligadas a Route 66. Vou destacar sua grande diferença: Calico foi totalmente preservada e transformada em vila turística. Ninguém mora por lá, mas todas as casas habitam lojas, museus, restaurantes, lanchonetes etc.

A cidade, também chamada de Ghost Town, foi fundada em 1881 e preserva até as minas de prata e bórax, que motivaram sua fundação. Calico teve seu apogeu em ???, chegando a ter 1200 habitantes e cerca de 20 saloons.


👉 Anahein


Anahein é a Orlando da Califórnia por causa da Disneyland - o primeiro e na minha opinião, mais divertido parque da Disney.

Vale a pena, mas mais detalhes, busque postagens especializadas.

👉 Santa Monica


Santa Monica foi nosso marco de chegada, embora depois dela ainda percorremos quase 4 mil quilômetros, até nosso destino final - Orlando (Fl).


É que a Route 66 tem início em Chicago (Il) e fim em Santa Monica (Ca). Comemoramos muito essa chegada, passando uma tarde muito agradável no famoso pier da linda cidade, onde é possível caminhar, admirar a praia e as gaivotas, comer e brincar no parque local, cuja roda-gigante é um de seus mais famosos cartões postais, além da placa da Route 66.


👉 Hollywood


Sobre Hollywood?

Ah, prefiro não comentar para evitar injustiça, mas se alguém insistir em me perguntar se vale a pena, minha resposta é: NO (trânsito complicado, ambulantes insistentes na calçada da fama e acesso difícil sem instrução pública ao letreiro HOLLYWOOD.

👉 Los Angeles


Como Chicago, Atlanta e St. Louis, Los Angeles é uma daquelas grandes cidades americanas em q tudo funciona e a oferta de entretenimento é farta. Apenas um detalhe negativo: foi a única cidade que nos recepcionou com buracos, sujeira e margens feias nas estradas de acesso.


👉 San Diego

Saindo de Los Angeles, traçamos a rota passando pela cidade de San Diego - uma espécie de Jurerê Internacional da Califórnia. Visitamos a incrível praia de La Jolla Cove, que abriga falésias e pedras - habitat natural de focas, pelicanos e leões marinhos (para distinguir focas de leões marinhos, observe a orelha - se tiver orelhas é leão marinho).
A praia estava lotada destes animais, q parecem nem se importar com os surfistas e visitantes q passam por lá.

👉 Memphis

Em Memphis, claro, fomos em busca do rastro de Elvis Presley, mas encontramos muito mais. A cidade, em seu centro histórico e cultural, respira música - especialmente blues e rock and roll. Tivemos a sorte de estar por lá em um dia em q uma das casas da principal rua musical da cidade a Main Street, o Hard Rock, apresentava uma etapa de um concurso internacional de bandas de blues. Assistimos a pelo menos cinco bandas incríveis, o que deixou o passeio mais rico. Os demais bares da rua tbem apresentam shows ao vivo dia e noite. É certeza encontrar boa música por lá.

A casa do Elvis é uma viagem ao passado e carimba o clima nostálgico da cidade. A casa permanece exatamente como estava no fatídico 16 de agosto de 77, qdo o rei faleceu ali. Por um ingresso de 40 dólares mais ou menos, o público tem acesso aos aposentos inferiores da casa, aos aviões e a uma sessão especial em que estão expostos os carros e brinquedos motorizados de Elvis e familiares (como uma Mercedes pagodinha 67 q ele deu à Priscila; e um Cadillac Fletwood cor de rosa, q presenteou seus pais em 59?).


👉 New Orleans


New Orleans recebe seus visitantes com uma ponte gigantesca. Se vc considera a Rio-Niterói grande, espere chegar ao Norte de New Orleans, onde situa-se Pontchartrain Causeway. São trinta e oito quilômetros de comprimento, diretos, e a sensação é um tanto surrealista, como se estivéssemos passando por um comprido tapete estendido sobre um mar calmo e sem fim. O mar na verdade é uma laguna ligada às águas do Golfo do México. Com uma profundidade média de quatro metros, tem águas calmas.

A ponte, q está apoiada em nove mil pilares, é a maior ponte do mundo em extensão.

New Orleans não é exatamente uma cidade tranquila e segura, seria no Brasil certamente, Salvador (BA). Os moradores e funcionários de lojas e hotéis, alertam os visitantes a cuidarem de seus pertences mais valiosos, como carteiras, celulares e máquinas fotográficas.


Chegamos, sem saber, na abertura do Mardi Gras - o carnaval de New Orleans. A festa não tem nada a ver com o carnaval do Brasil, lembra mais as paradas de 7 de setembro, porém com mais folia pelas ruas. A tradição de jogar colares e brinquedinhos para o público q prestigia o desfile é muito divertida. As crianças adoram.

Vimos muitos policiais nas ruas e muitos jovens tbem. A bebida e as drogas, dizem, são o mal da festividade, mas não chegamos a ver nenhum indício de violência, baderna ou algo do tipo.

O passeio de barco pelo rio Mississipi - um dos mais importantes dos EUA, é bem agradável e bonito. O barco tem três andares e um restaurante climatizado a bordo. Vale a pena.


Outro passeio imperdível é a visita ao WWII National Museum, o museu mais completo, interativo e bem estruturado sobre a II Guerra Mundial. Alguns itens são absolutamente exclusivos como o Enola Gay - avião q lançou a bomba atômica sobre Hiroshima, veículos militares e uniformes, documentos, armas e outros utensílios pessoais de soldados inimigos e aliados.

O ingresso custa 35 dólares e dá direito a visitar os três edifícios do complexo.


👉 Lixo e muros


Único local q encontramos lixo na rua foi no trajeto de Anahein para Sta Monica. Na Califórnia, em Los Angeles, vimos tbem casas muradas e com grades, o q imediatamente remete a uma preocupação maior com a segurança.


👉 Bons exemplos



  • Na Califórnia, a rodovia interestadual estimula o tráfego menor de veículos através de uma faixa de rolamento exclusivo para carros com mais de dois ocupantes. São 5 faixas: 4 de tráfego normal e uma, mais rápida,  para veículos com mais ocupantes.


  • Na Califórnia um farol de contagem de um veículo por vez, organiza o acesso às vias expressas.


  • A maioria dos aeroportos nos EUA possibilita pouso e decolagem de várias aeronaves simultaneamente. Detalhe: com a maior segurança, claro.


  • Em todo o país, as motos não podem trafegar pelo corredor central das vias, ou seja, as motos têm q obedecer as mesmas faixas de rolamentos q os demais veículos.


  • as viaturas de policia ficam escondidas atrás de placas ou pontes, exatamente como nos filmes. De repente, na estrada, surgem luzes coloridas atrás do veículo indicando patrulha.


  • Rest Areas: são espaços nas estradas reservados para o descanso do motorista (veículos, RVs e caminhões). Oferecem banheiros, chuveiros, quiosques com churrasqueiras e pias, e máquinas para venda de comidinhas (aquelas: refri, salgadinhos etc). 


  • papel higiênico biodegradável: não entendo pq o Brasil está tão atrasado nesse quesito. Nos banheiros públicos americanos o lixo serve apenas para os papéis de mãos (hj em dia a maioria já tem as máquinas de secar mãos) e outros usos - os papéis sanitários são jogados diretamente no vaso.


  • torneiras, descargas e secadores de mãos automáticos: em alguns banheiros públicos, vc não precisa colocar as mãos em nada, a não ser no papel higiênico. A descarga, torneiras, saboneteiras, secadores de mãos e portas são automatizados, evitando contaminações e proliferação de bactérias.


  • Pedágio inteligente: sabe aquele problema de ter um pedágio quase na porta de sua casa e ter devagar a tarifa integral para levar seu filho a escola por exemplo? Pois bem, nos EUA, a solução para esse problema é bem simples. No primeiro pedágio da via, vc recebe um ticket que marca o início do seu percurso. Qdo vc deixar a via, no pedágio q escolher, pagará apenas uma taxa referente à quilometragem rodada. Ou seja, quem anda mais, paga mais.

👉 Máquinas e moedinhas


Nos EUA tudo gira em torno de moedinhas e máquinas. É o jeito americano de se viver. Algumas máquinas são dispensáveis - como a q fornece água para abastecer os recipientes do carro por exemplo; já outras, muito úteis. Sinto falta no Brasil das loundrys americanas, q com 6 moedinhas de 25 cents (3 dólares) lavam e secam enorme quantidade de roupa (no meu caso, uma semana de roupas de quatro pessoas); e das de lavar carro (um pouco mais caras - 10 dólares no Texas).


👉 Pra pensar: nas praias de Floripa, muito comum, é sentir cheiro de maconha. Principalmente



Nossos números



  • 15 estados
  • 15.491,2 km rodados 
  • 0 acidentes 
  • 30 cidades
  • 410 galões de gasolina
  • 1558 litros de gasolina
  • 1 abordagem policial de rotina
  • gasolina mais barata: 1,60* (Flórida)
  • gasolina mais cara: 2,62* (California)

*o galão (cada galão tem 3,8 litros de gasolina)


Estados rodados: Florida, Geórgia, Indiana, Ilinois, Tenessee, Kansas, Arizona, Oklahma, Novo Mexico, Nevada, California, (volta) Arkansas, Louisiana, Mississippi


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